SINDASP/MG EM AÇÃO - JUNTOS COM OS AGENTES PENITENCIÁRIOS NO SISTEMA ÚNICO DE SEGURANÇA PÚBLICA - SUSP

11 Abr 14:24 2018 Por SINDASP Imprimir

O SINDASP/MG está nesse momento na capital do Brasil tratando dos assuntos de grande impacto para a Carreira de Agente de Segurança Prisional. A SUBSEDE SINDASP/MG NORTE, na pessoa do Diretor Regional Uarlei Santos está estabelecendo  uma linha de articulação política junto à Deputada Federal de Montes Claros Raquel Muniz para somar força durante a votação, nessa luta o Agente Penitenciário Carlos Nogueira se faz presente aos assuntos tratados para a vitória da categoria e a inclusão do SISTEMA PRISIONAL como carreira POLICIAL, assim, nossa profissão ficará um passo para o RECONHECIMENTO CONSTITUCIONAL que será A  POLÍCIA PENAL DO BRASIL.

Temos apoio dos Deputados, João Campos e Fraga, relator do SUSP, Deputado Lindomar Garçom - Vice líder do PRB – que declara apoio dos 25 deputados para o projeto da SUSP e Deputado Federal  Linconl Portela, de Minas Gerais, que sempre defendeu a causa dos agentes penitenciários e da Segurança Pública.

A deputada federal Raquel Muniz anunciou no ano passado apoio incondicional à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição que cria a Polícia Penal, o que vai garantir melhorias nas condições de trabalho dos agentes penitenciários e colocá-los em pé de igualdade com as demais polícias.

O diretor regional do Sindicato dos Agentes de Segurança Pública de Minas Gerais, Uarlei Soares, informou que a deputada é a única do Norte de Minas que saiu em defesa da causa dos quase 21 mil agentes penitenciários e servidores técnicos administrativos do sistema prisional do estado.

Ontem, a deputada federal Raquel Muniz esteve em Brasília com o presidente do Sindasp-MG, Carlos Alberto. Ela reforçou os compromissos firmado com os agentes do Norte de Minas. Na região são 1,5 profissionais nas 17 unidades prisionais. No Brasil são 100 mil agentes penitenciários.

"O presidente me falou que a aprovação da PEC vai reconhecer e valorizar a profissão do agente penitenciário. Sem contar que permitirá o fortalecimento da segurança pública, já que com a Polícia Penal, as polícias militar e civil não vão mais fazer a escolta dos presos, podendo, então, se dedicarem ainda mais para a proteção do cidadão e investigação dos crimes", finalizou a deputada.

Texto: Alexandre Guerreiro e SINDASP-MG

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